segunda-feira, 21 de abril de 2014

INFORMATIVO - SURDOCEGUEIRA E DMU


NOME DO CURSISTA:  Ângela Maria Cavalcante Souto

 

 INFORMATIVO - SURDOCEGUEIRA E DMU

 

•        No que se diferenciam a surdocegueira e a DMU.

 a) Surdocegueira congênita: quando a criança nasce Surdocega ou adquire a surdocegueira nos primeiros anos de vida antes da aquisição de uma língua (português ou Libras – Língua Brasileira de Sinais). Um exemplo mais freqüente destes casos é a criança com seqüelas da síndrome da rubéola congênita.

b) Surdocegueira adquirida: quando a pessoa ficou surdocega após a aquisição de uma língua, seja oral ou sinalizada. Os exemplos mais freqüentes deste grupo são pessoas com Síndrome de Usher. a) Surdocegueira congênita: quando a criança nasce Surdocega ou adquire a surdocegueira nos primeiros anos de vida antes da aquisição de uma língua (português ou Libras – Língua Brasileira de Sinais).

          Pessoas nascidas com audição e visão normal e que adquiriram perdas totais ou parciais de visão e audição.

          Pessoas com perda auditiva ou surdas congênitas com deficiência visual adquirida.

          Pessoas com perda visual ou cegas congênitas com deficiência auditiva adquirida.

Deficiência Múltipla

 

No Brasil a deficiência múltipla é considerada como uma associação de duas deficiências ou mais. Na América Latina, América do Norte, Europa, Ásia e Oceania a Deficiência Múltipla só é considerada se há nas associações das Deficiências a Deficiência Intelectual.

Como pode ocorrer a Deficiência Múltipla no Brasil:

 

Física e Psíquica

          Deficiência física associada à Deficiência Intelectual.

          Deficiência Física associada a Transtornos Globais do Desenvolvimento.

 

Sensorial e Psíquica

          Deficiência Auditiva/Surdez associada à Deficiência Intelectual.

          Deficiência Visual associada à Deficiência Intelectual.

          Deficiência Auditiva/Surdez associada a Transtornos Globais do Desenvolvimento.

          Deficiência Visual associada a Transtornos Globais do Desenvolvimento.

 

Sensorial e Física

          Deficiência Auditiva/Surdez associada à Deficiência Física.

          Deficiência Auditiva/Surdez associada à Paralisia Cerebral.

          Deficiência Visual (cegueira ou baixa visão) associada à Deficiência Física.

          Deficiência Visual (cegueira ou baixa visão) associada à Paralisia Cerebral.

Física, Psíquica e Sensorial

          Deficiência física associada à deficiência visual (cegueira ou baixa visão) e a Deficiência Intelectual.

          Deficiência física associada à Deficiência Auditiva/Surdez e a Deficiência Intelectual.

          Deficiência visual (Cegueira e ou baixa visão), paralisia cerebral e Deficiência Intelectual.

Aspectos Importantes sobre Comunicação com pessoas com Surdocegueira e com Deficiência Múltipla

 

Para as pessoas com surdocegueira e/ou com deficiência múltipla dividimos a comunicação em Receptiva e Expressiva, para favorecer a eficiência da transmissão e interpretação.

A comunicação receptiva ocorre quando alguém recebe e processa a informação dada por meio de uma fonte e forma (escrita, fala, Libras.

sábado, 22 de março de 2014

EDUCAÇÃO ESCOLAR DE PESSOAS COM SURDEZ – ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO EM CONSTRUÇÃO


Cursista: Ângela Maria Cavalcante Souto

 Polo: Boa Vista-RR

 
A surdez durante muito tempo tem sido tema muito discutido entre os gestualistas e oralistas, visto que, as pessoas com surdez não eram vistas como seres humanos, por falta do uso da linguagem oral que era o normal da de todas as pessoas durante muitos anos essas discussões geraram desconforto e atraso para as pessoas com surdez era sua linguagem, do que seria mais adequado ensinar a essas pessoas, gestos ou oralidade e com isso a pessoa com surdez deixava de desenvolver seu potencial individual e coletivo, deixando de exercer sua verdadeira identidade para praticar a linguagem da comunidade ouvinte da qual fazia parte. Entretanto, a Política Nacional de Educação Especial, numa perspectiva inclusiva veio para quebrar esses paradigmas que separam pessoas com ou sem deficiência, pois acreditamos n nessa nova política quando afirma que:

 Não coadunamos com essas concepções que dicotomizam as pessoas com ou sem deficiência, pois, antes de tudo, por mais diferentes que nós humanos sejamos, sempre nos igualamos na convivência, na experiência, nas relações, por sermos humanos. Mirlene e Josimário Ferreira (2010).
   O que se espera é que a pessoa com surdez tenha pleno desenvolvimento cognitivo no bilinguismo, e que para isso não.
   Seja vista como estrangeira em seu próprio país, apesar de muitos estudos e discussões, há muito ainda o que fazer nesse campo de conhecimento. É importante lembrar que, a educação especial na perspectiva inclusiva rompe fronteiras, território, quebra preconceitos e procurar dar inúmeras possibilidades sociais, afetivas e educacionais, a pessoa com surdez. Ressaltamos que mais importante que uma língua para pessoas com surdez é estar em ambientes educacionais estimuladores, desafiadores que possibilitem o exercício do pensamento e o desenvolvimento de sua capacidade perceptivo-cognitiva.

                       Atendimento Educacional Especializado para pessoas com surdez
O Atendimento Educacional Especializado, na perspectiva inclusiva deve ver a pessoa com surdez, como um ser capaz com potencialidades e capacidades, acreditando em seu pleno desenvolvimento de aprendizagem e respeitando suas diferenças e garantias legais, que determinam o direito a uma educação bilíngue. Como afirma Kozlowski (1998).
  A Proposta Bilíngue não privilegia uma língua, mas possibilita ao indivíduo surdo à utilização de duas línguas; portanto, não se trata de negação, mas de respeito; o indivíduo escolherá a língua que irá utilizar em cada situação no seu cotidiano e espaço em que se encontrar. Esta proposta leva em consideração as características dos próprios surdos, incluindo a opinião dos surdos adultos com relação ao processo educacional da criança surda.
  O Atendimento Educacional Especializado está dividido em três momentos pedagógicos e deve ocorrer para atender o aluno com surdez levando-o a participar das atividades realizadas em sala de aula e fora dela, dando liberdade de escolha para o estudante usar a língua de acordo com a necessidade.
  O Atendimento Educacional Especializado para o ensino em Libras: ocorre no horário oposto da aula da sala comum, o professor deve ministrar as aulas de acordo com o plano do professor da sala de aula comum e com antecedência para que o aluno possa acompanhar o conteúdo explicado pelo professor. As aulas devem ser ministradas coma utilização de recursos visuais variados e em casos abstratos recorrer a outros recursos, como teatro.
  O Atendimento Educacional Especializado para o ensino de Libras: este ensino deve ocorrer no horário oposto ao que o aluno estuda e de acordo com o conhecimento que o mesmo possui a respeito da língua de sinais e ministrado preferencialmente por professor com surdez, pois oferece ao aluno com surdez melhores possibilidades do que o professor ouvinte, pois esse contato favorece a naturalidade no processo de aquisição da língua. É importante o uso de recursos visuais que visem maior compreensão do conteúdo. O professor do AEE deve realizar a avaliação processual do aprendizado do aluno para verificar o desenvolvimento e a aprendizagem dessa língua.
  O Atendimento Educacional Especializado para o ensino da Língua Portuguesa, depois de muitas discussões polêmicas hoje é direito do aluno com surdez aprender a língua portuguesa como segunda língua, pois prepara o aluno com surdez não apenas ler a própria realidade do mundo, mas falar do outro sentido. Esse atendimento acontece nas salas multifuncionais e em horário diferente ao da sala de aula comum e ministrado preferencialmente por uma professora formada em Letras com conhecimentos linguísticos e teóricos que norteiam o trabalho desse ensino.
 Enfim a Escola e o sistema educacional devem proporcionar todas as condições para o pleno desenvolvimento da pessoa com surdez nos aspectos cognitivos, sócio afetivo e profissional já que são cidadãos de direitos e que possuem tão somente uma limitação na audição e consequentemente na linguagem e que, portanto tem todo um potencial a ser desenvolvido.
O AEE fará toda diferença na vida da pessoa com surdez, se for realizado de forma correta e por profissionais compromissados e com formação adequada para este fim.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Dominó de Associação de Ideias

Dominó

Dominó é o jogo formado por peças retangulares, em que uma das faces está marcada por pontos indicando valores numéricos.

Descrição da atividade:

.O aluno vai procurando a peça que se encaixa para completar o sentido do raciocínio lógico. Dominó é o jogo formado por peças retangulares, em que uma das faces está marcada por pontos indicando valores numéricos;

Objetivos: 
.Atenção, concentração, raciocínio lógico, leitura de imagens, escrita de palavras e criação de frases;



Jogo do Sistema Monetário (pode ser trabalhados com alunos surdos e outras deficiências)


Jogo de Sistema Monetário

Aprender sobre a nossa moeda que se chama Real, que é representado pelo símbolo R$, e todas as cédulas e moedas.

Como se desenvolve o jogo:
.Utilizando figura do objeto o nome e o valor, o aluno vai usar as cédulas que ele tem para comprar o objeto da figura;
.É necessário entender o valor da nota, se vai ter troco, ou se o valor é o mesmo do objeto que vai comprar;

Objetivo:
.Conhecer o valor do sistema monetário, quantidades, numerais, agrupamentos, decomposição e as quatro operações básicas da matemática;






Atividades e jogos para alunos com Deficiência Intelectual

  TAMGRAM

O Tangram  é um jogo antigo que surgiu no Oriente, um quebra-cabeça chinês formado de sete peças.  É formado basicamente por uma base quadrada dividida em cinco triângulos de tamanhos diferentes, um pequeno quadrado e um paralelogramo.  Apesar de passar uma simplicidade no manuseio, ele se revela um jogo de difícil resolução por exigir muito raciocínio lógico.

   OBJETIVOS

. Seu objetivo é conseguir montar uma determinada figura, usando as sete peças;
· Trabalhar o raciocínio espacial, raciocínio lógico, atenção, concentração;
· Familiarizar o aluno com as figuras básicas da Geometria, as cores, quantidade;
· Estimular a criatividade;




segunda-feira, 5 de agosto de 2013

AEE Ângela

   
Aprendi que o papel do professor do AEE é importantíssimo na escola e na sala de recursos multifuncional. Na escola é ele que faz a mediação com os professores da sala regular contribuindo assim para que o aluno tenha uma aprendizagem significativa e que o professor possa explorar as potencialidades e capacidades deste aluno e não pare em suas limitações.
   Na sala de recursos multifuncional ele vai trabalhar para que o aluno consiga se desenvolver e a partir do que ele pode fazer aproveitando as experiências e as pontecialidades deste aluno.
   O estudo de caso é que vai dar o norte ao trabalho do professor do AEE, pois se bem feito pode contribuir e muito para o conhecimento do aluno, visando a busca de parcerias para dar suporte ao trabalho.
   O plano de AEE contribui para a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos atendidos na Sala de Recurso Multifucional na medida em que busca desenvolver as atividades a partir do que o aluno já sabe e percebendo até onde ele pode chegar. Estimulando, através de jogos, brincadeiras, usando material concreto.
   E faz com que o professor conheça o aluno e assim poderá intervir com coerência e competência.
   Se o professor de AEE conhece bem o aluno poderá ajudá-lo a usufruir do ambiente escolar da melhor forma possível conquistando autonomia nos estudos e na vida.